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17. junho 2009 07:50
A partir deste post iniciamos o que eu vou chamar de FASE 2. Até o Post anterior nós estudamos o que vai cair na prova, tivemos um idéia geral de como se relaciona o conteúdo, do que vai ser mais cobrado na prova, mas principalmente a FASE 1 (posts 1 a 3) nos fez identificar o que precisamos aprender para passar na prova.
Eu considero a FASE 1 essencial para o estudo, porque nos da uma idéia geral do que vai cair, é como se falassemos para o nosso cerébro "reservar" aquele espaço para o conteudo porque é isso que vamos aprender. Muita gente não faz isso de forma consciente, mas isso só atrasa o estudo.
Eu estudo sempre do geral para o particular, monto meu estudo como um projeto que quando for finalizado vai ter me proporcionado o aprendizado desejado. Essa técnica do geral para o particular também permite revisões automaticas, ou seja, sem o esforço consciente da revisão você revisa o conteudo anterior sempre que adiciona um ponto mais especifico.
Como você viu eu defini no mais geral 23 itens, depois 157 itens um pouco mais especificos e agora vou adicionar m ais itens, crescendo como uma arvore de conteúdo. Por isso gosto muito dos mapas mentais, que permitem que eu visualize essa "arvore de conteudo" rapidamente, ajudando muito na revisão também.
Nesta FASE 2 eu tenho como objetivo definir os 157 itens. De forma geral eu quero saber para que cada um deles serve, posteriormente vou me aprofundar mais neles respondendo aquele questionario/perguntas do post de parte 3. E depois vou adicionar talvez mais algum conteúdo conforme for fazendo os simulados.
Então vamos lá.
Nosso primeiro assunto é:
1 - Hardware - determinar e configurar
Revisando:
Hardware é tudo que é fisico no computador, eu costumo brincar que Hardware é "tudo que podemos chutar" , enquanto Software é tudo que "podemos apenas chingar". Você chinga o Windows, mas chuta o monitor, uma placa mãe é um hardware, um disco rigido (HD) também é um hardware assim como um teclado ou mouse.
Determinar e configurar Hardware no linux (na minha opinião) não é uma tarefa facil. A alguns dos fabricantes de hardware não desenvolvem drivers para Linux. Então não é todo hardware que funciona adequadamente no Linux. Sem um driver ou módulo um sistema operacional não sabe como utilizar o hardware. Sem o driver/módulo correto o hardware pode simplesmente não funcionar ou não funcionar adequadamente, exemplo, sem o driver apropriado de video o sistema pode ficar lento e não conseguir utilizar todos os recursos de video que a placa de video da suporte.
O pessoal do linux pode ficar bravo comigo por dizer driver, no linux eles chamam de módulo, para mim os dois são a mesma coisa mas existe discussão encima. Mas saliento, sem o módulo no linux o hardware não funciona adequadamente assim como sem o driver no Windows o hardware também não funciona adequadamente, tanto o módulo no linux como o driver no windows servem para dizer para o sistema operacional como utilizar o hardware a que ele se refere. Mas no linux trata-se sempre como módulo e no windows como driver.
Dentro do assunto Hardware determinar e configurar a LPI nos cobra o conhecimento sobre os seguintes itens:
1 - /sys 2 - /proc 3 - /dev 4 - modprobe 5 - lsmod 6 - lspci 7 - lsusb
Os três primeiros itens são pastas e os demais são comandos. Lógicamente esperamos que esses comandos nos permitam determinar e configurar os hardwares e as pastas em questão devem armazenar as informações sobre os mesmos.
Vamos definir os itens, não vou definir na ordem para ter um pouco mais de didatica agora.
A primeira coisa que precisamos saber quando falamos de dispositivos é como listá-los, para isso usamos o comando lspci, como mostra a imagem:
O comando lspci é utilizados para listar todos os dipositivos PCI conectados no sistema, como placa de som, rede, video, etc. (ls de listar + pci de dispositivos pci). Por padrão (como mostra a imagem acima) ele mostra uma breve lista dos dispositivos.
Você pode usar a opção -v (de verbose) para exibir informações detalhadas sobre os dispositivos, assim:
lspci -v
como a listagem pode ser grande utilize o |more por exemplo para melhorar a visualização, assim:
lspci -v |more
Existem diversas outras opções para o comando, para saber mais digite:
lspci --help
ou
man lspci
O --help mostra todas as opções do comando.
O man é uma ajuda do linux, uma especie de manual, tem informações detalhadas sobre o comando e suas opções. Você pode utilizar essas opções (--help e o man) para outros comandos, não só o lspci.
Para sair do man digite q.
Observação: você pode usar as opções -v ou -vv ou -vvv. Cada uma delas trás mais detalhes.
O comando lsusb é semelhante o lspci, mas lista os dispositivos USB. Você também pode utilizar a opção -v para informações detalhadas e utilizar o --help ou o man. Para utilizar todos os recursos do lsusb seu kernel precisa ser versão 2.3.15 ou superior porque é necessário suporte a interface /proc/bus/usb. Para ver sua versão do kernel digite o comando:
uname -r
Antes de falarmos sobre os comandos lsmod e modprobe (que trabalham com módulos especificamente) é importante compreender que temos 2 tipos de módulos:
- Built-in - já vem compilado com o kernel, ou seja, o dispositivo vai funcionar corretamente sem nossa intervenção.
- Não Built-in - não estão junto com o kernel, ou seja, não são carregados automaticamente. Precisamos carrregar esses módulos manualmente para isso usaremos os comandos lsmod e modprobe.
O comando lsmod lista todos os módulos que estão ativos no sistema, mesmo que o módulo não esteja sendo usado no momento. Na verdade o lsmod exibe de forma organizada o conteudo do arquivo modules que esta na pasta /proc, então obviamente você também pode ver os modulos ativos visualizando o conteúdo deste arquivo.
O comando modprobe é responsavel por ativar/desativar um módulo.
Para ativar:
modprobe nome_do_modulo
Para desativar:
modprobe -r nome_do_modulo
Alguns módulos para funcionarem dependem que outros modulos estejam levantados, por exemplo, a placa de som precisa além do módulo da placa em si do soundcore (módulo de som). O mais legal do modprobe é que ele resolve essas dependencias automaticamente para você, ou seja, se você pedir para levantar o módulo da placa de som e o soundcore não estiver levantado, o modprobe levanta o soundcore automaticamente. Mas como ele faz isso? Como ele obtem informações sobre as dependencias?
A resposta a pergunta anterior é: através de um arquivo chamado modules.dep, ele tem uma lista de dependencias de todos os módulos.
O arquivo modules.dep fica na pasta /lib/modules/$(uname -r)
$(uname -r) vai retornar a versão do kernel que é o nome da pasta dentro de /lib/modules onde o arquivo modules.dep esta. Isto porque você pode ter mais de um kernel na sua maquina e para cada um deles terá um arquivo modules.dep separado. É claro que voce pode navegar até lá sem usar o uname só coloquei no post porque sua versão do kernel pode ser diferente da minha então você não ia localizar o arquivo.
Um comando importante (associado ao modprobe) que cai na LPI muito frequentemente é o:
depmod
Ele que cria ou atualiza o modules.dep, então se você apagar o arquivos modules.dep e precisar criar o mesmo novamente é só executar esse comando.
A opção -a do depmod é padrão, ou seja, é executada se você não colocar nada, ela diz para criar dependencia de todos os módulos, frequentemente você vai ver a chamada deste comando assim:
depmod -a
que é a mesma coisa de chamar:
depmod
Voltando ao modprobe a opção -l do mesmo lista todos os módulos compilados, ou seja, disponiveis para uso:
modprobe -l
Então vemos todos os módulos que podemos utilizar através do modprobe -l e visualizamos os modulos carregados através do lsmod.
Vamos falar agora sobre as pastas /proc, /sys e /dev.
O diretório /proc tem um conteúdo interessante, seu conteúdo não faz parte dos arquivos do HD. Ele é apenas um sistema de arquivos virtual que disponibiliza informação sobre os processos que estão rodando no sistema e informações do kernel no formato de arquivos.
Nele encontramos "arquivos" com a configuração atual do sistema, dados
estatísticos, dispositivos montados, interrupções, endereços e estados
das portas de I/O, dados sobre as redes, etc. Além disso, possuem
subdiretórios com os nomes que correspondem ao PID (process id) de cada
processo corrente na máquina, onde se encontram informações detalhadas
sobre o estado do processo, linha de comando, etc.
Você pode ver informaçõe sobre a CPU através do arquivo cpuinfo por exemplo:
cat /proc/cpuinfo
A imagem abaixo mostra o conteudo do diretório /proc da minha maquina virtual. Note vários números em azul nas primeiras colunas, são pastas que representam processos que estão sendo executados, cada número é o PID de um processo, ou seja, o número ou código único que representa o mesmo. Cada pasta de processo tem várias informações sobre o mesmo. Temos também arquivos como cpuinfo e meminfo com informações sobre o sistema e outras pastas como bus, acpi e asound que ajudam a organizar as informações em categorias.
O man pode tem várias informações relevantes sobre a pasta /proc (principalmente relacionados as informações dos processos) através do comando:
man proc
O diretório /sys foi introduzido a partir do kernel 2.6 e como o diretório /proc também é virtual. Ele tem informações sobre os dispositivos Plug and Play e pode ser usado para configura-los também.
No diretório /sys cada dispositivo que existe no seu sistema tem seu próprio
diretório que contém arquivos mostrando os recursos que lhe foram
atribuídos. O nome dos diretórios que representam os dispositivos são estranhos, como 000:00:02.0 mas você pode usar o comando lspci -v para confrontar esse código e identificar corretamente qual dispositivo ele representa.
O diretório /dev contém os arquivos de dispositivos. Ele pode ser do tipo devfs ou udev. Este último é o formato mais atual e é suportado a partir do kernel 2.6.15 e deve substituir totalmente o devfs. A principal diferença entre os dois é que o udev não ocupa espaço no HD por ser montado na memória RAM ao contrário do devfs.
O Linux trabalha com dispositivos (falando em hardware) como arquivos. Ou seja, para cada dispositivo que eu tenho na máquina tenho um arquivo dispositivo para ele em /dev. Esses arquivos não são armazenados no HD, mas sim "links" para dispositivos de hardware. Por exemplo, todos os arquivos gravados no arquivo /dev/dsp serão reproduzidos pela placa de som. Esta organização é para facilitar a vida dos programadores, que podem acessar o hardware do micro simplesmente fazendo seus programas lerem e gravarem em arquivos.
Concluindo:
Você pode ver passo-a-passo como configurar um dispositivo:
Placa de som
Placa de rede
Em resumo você usa os comandos lspci e lsusb para ter informações dos dispositivos do seu computador. Lembre-se que pode usar as opções -v, -vv ou -vvv para exibir mais detalhes.
O comando lsmod exibe todos os módulos ativos e o comando modprobe -l todos os módulos disponiveis, você usa o modprobe nome_do_modulo para carregar um modulo e para desativar adiciona a opção -r. O modprobe resolve as dependencias automaticamente através do arquivo modules.dep. Para gerar esse arquivo ou atualizar o mesmo você usa o comando depmod.
Os módulos podem ser Built-in ou não Built-in. Os Built-in vem compilados com o Kernel e você não precisa fazer nada para que um dispositivo que os use funcione corretamente. Você pode personalizar seu kernel compilando o mesmo com os módulos de sua preferência mas isso é assunto para outro post.
Durante a instalação do Linux ele verifica todos os dispositivos e já levanta os módulos não Built-in correspondentes. Já temos assistentes no Linux que atuam nesse processo também quando o sistema operacional já esta instalado como o Plug-and-Play do Windows.
Na pratica você utiliza os comandos aprendidos neste artigo quando adiciona ou troca um dispositivo na sua máquina e o módulo do mesmo não é Built-in. Então você procura qual o módulo usando o modprobe -l e ativa o mesmo, também desativa o anterior.
Dica de segurança:
O que eu quero salientar aqui como especialista em segurança (e que o pessoal não fala muito no mundo linux por ser uma falha do mesmo) é que os módulos podem ser um sério problema de segurança no seu sistema, mas como? Eu explico.
Quando você instala um dispositivo novo ou o Linux não detecta o mesmo durante a instalação pode ser que o módulo para o mesmo não esteja no na sua distribuição do Linux. Ai você pesquisa na internet e localiza um arquivo do módulo ou um processo para compilar o mesmo na sua máquina. Arquivos de módulos lidam diretamente com o kernel e possuem privilegios que podem ser um sério risco de segurança na sua máquina. O invasor mal intencionado pode fazer praticamente qualquer coisa, abrir caminho para roubo de informações ou até mesmo danificar seu hardware. No Windows temos o mesmo problema também, não é uma coisa só do mundo Linux, mas o que ameniza bastante o problema no Windows são os driver assinados digitalmente, o que não temos no Linux. Fora o problema da segurança um módulo pode ter sido mal projetado e ocasionar diversos erros no seu sistema.
Mas como me prevenir quanto a isso?
Primeiro: não baixe módulos em fóruns e sites não confiáveis, veja se o fabricante tem o módulo no site do mesmo, se não encontrar troque o hardware.
Pergunta comum: Mas trocar o hardware? Isso não é muito drástico?
Resposta correta, que muita gente não gosta de receber.....
Sim trocar o hardware. Temos o mal costume de pensar a nivel de hardware primeiro e depois sistema operacional e isso é errado. Tanto no mundo Linux quanto Windows também.
O certo é verificarmos qual sistema operacional vamos utilizar e então verificar quais os dispositivos de hardware são compativeis com o mesmo e então adquirir os mesmos de acordo com a nossa necessidade.
Isso evita diversos problemas tanto em sistemas operacionas Linux quanto Windows, muitos dos problemas encontrados no Windows inclusive relacionados a tela azul são relacionados a drivers mal construidos ou adulterados. O Windos tem uma lista chamada HCL de dispositivos testados com o sistema operacional e garantidos pela Microsoft como compativeis, você não precisa instalar drivers para esses dispositivos por exemplo porque eles já vem com o Windows.
No caso do linux verifique os módulos que vem com a distribuição que você escolheu, essa é a maior segurança que você tem. No Windows você ainda pode instalar um driver verificando sua assinatura digital e ter certeza que o mesmo não foi adulterado, no Linux essa certeza só é obtida quando o módulo já esta na distribuição (é claro que a distribuição deve ser confiável já que qualquer um pode compilar seu Kernel ou personalizar sua distribuição).
Abaixo segue alguns links onde você pode encontrar mais informações sobre os assuntos tratados neste post:
Diretório /sys:
http://en.wikipedia.org/wiki/Sysfs
http://linux.about.com/od/pap_howto/a/hwtpap07t06.htm
Diretório /proc:
http://en.wikipedia.org/wiki/Procfs
Diretório /dev:
http://www.kernel.org/pub/linux/utils/kernel/hotplug/udev_vs_devfs
http://www.kroah.com/linux/talks/ols_2003_udev_paper/Reprint-Kroah-Hartman-OLS2003.pdf
8. junho 2009 12:38
Segundo pesquisa do StatCounter, na primeira semana o Bing (novo buscador da Microsoft) já superou o Yahoo (agora sabemos porque a Microsoft não insistiu na compra do Yahoo...não valia a grana). Mas nem arranhou o Google.
Se você ainda não conhece o Bing clique aqui.
A pesquisa levou em conta a audiência global no periodo do dia 29 de maio a 4 de junho (7 dias). Observação: O Bing foi lançado no dia 1 de junho ou seja, ele teve apenas 4 dias de medição no periodo.
Vamos aos dados da pesquisa:
- Bing: 5,56%
- Yahoo: 5,17%
- Google: 88%
É certo que a Microsoft colocará atalhos para mecanismo de pesquisa
online em todas as versões do Internet Explorer, acarretando um maior
número de entradas.
A pesquisa mostra também que o Google teve queda de 2,7% no periodo do lançamento do Bing, mas esse dado pode ser irrelevante porque a pesquisa diz que essa queda é "normal para os padrões". O Yahoo deve ser o maior prejudicado mesmo.
No Brasil, o acesso ao Bing não superou o 1,35% na semana do lançamento, o Google na internet nacional representa mais de 96%. O
Yahoo se manteve estável no país durante a estréia do Bing com 1,67% da audiência e mantendo o segundo lugar.
Não posso opinar ainda sobre a qualidade do Bing porque não usei muito (recomendo que você teste como eu estou fazendo e tenha sua própria opinião), mas aqui tem uma materia comparando Bing, Yahoo e Google. Não confio muito na comparação do IDG Now porque eles não costumam ser imparciais, mas da pra ter uma idéia (é um começo).
Curiosidade: Parece que a Microsoft esta apostando na pornografia a fim de popularizar o Bing, clique aqui para saber mais.
19. maio 2009 07:54
Eu estava lendo essa materia (Empresas brasileiras são exemplo em software livre) e me veio a idéia de fazer este post.
Antes de mais nada eu quero esclarecer: Eu não tenho nada contra software livre, nem contra software proprietario. Só acho que somos inocentes em pensar que alguém vai oferecer alguma coisa para outro sem ganhar nada no nosso mundo de hoje. Alguém ganha alguma coisa, sempre. Eu, quando vou usar uma tecnologia, seja linux, windows, .net, java, etc, tomo a decisão baseada em basicamente 3 fatores: Custo, Prazo e Funcionalidade. Geralmente, dependendo do projeto um destes fatores tem peso maior do que o outro, exemplo, cliente tem prazo super apertado, vai aumentar o custo ou diminuir a funcionalidade e assim por diante. Então a tecnologia que eu vou usar vai ser para atender melhor esses quesitos sempre buscando menor prazo e custo e mais funcionalidade. Assim eu tenho mais clientes, faço mais projetos e ganho mais dinheiro.
Pensa comigo, eu fui na Campus Party 2009 e o que eu notei lá. Muita conversa sobre software livre, mas muito patrocinio, tinha sun em peso expondo lá, Telefonica com banner pra todo canto, etc, tinha até coelhida da playboy. Não sejamos inocentes, se a SUN investe dinheiro dela em linux, IBM também, eles ganham alguma coisa em troca, nem que o retorno seja em apenas diminuir a participação da Microsoft que no meu ponto de vista é o maior concorrente deles, até chego a pensar que esse papo todo de software livre as vezes parece algo como todo mundo contra a Microsoft, se é Microsoft não é livre o resto é livre e não é bem assim, tem muita coisa que você paga no mundo linux e muita que você não paga em Microsoft, tem muita grana envolvida nisso tudo, mas pera ai... isso é ruim para mim? para você ? para nós que utilizamos tecnologia?... Claro que não. Nós temos mais opções, algumas delas até de graça por causa disso. Temos que pensar nas oportunidade que tudo isso gera e na questão NEGÓCIOS, linux e windows não são religião, se eu uso linux não é por principio, é porque a tecnologia me da um retorno melhor. Se você esta se mordendo de raiva de mim neste momento é porque eu esto certo..hehehe... não pense em linux com você pensa no seu time do coração, avalie todas as possibilidade e adote a que vai te dar o melhor retorno naquela situação, pensar que linux ou windows é tudo de bom e só tem vantagem em relação ao outro é inocência, os dois tem qualidades e defeitos e isso determina qual vai ser o melhor para cada situação. É só isso que eu quero e falo para os meus alunos, amigos, parceiros, pense mais em negócios, na sua profissão, no retorno sobre o investimento, seja ele dinheiro, tempo, etc.
Voltando ao começo, na materia que eu vi uma disposição muito grande pendendo para o lado do software livre, numero é assim mesmo, você avalia e comenta como quer, puxando para onde lhe interessa mais. E como sabemos nossa midia não é aquele exemplo de imparcialidade por isso eu prefiro analisar os numeros separados para fazer minha própria avaliação, faça o mesmo você, vou colocar abaixo alguma reflexão que eu tive quando avaliei os dados da materia em questão, mas primeiramente vamos aos dados da materia lembrando que a fonte é uma pesquisa feita em 2008 pelo CGI.br.
1 - Entre as grandes corporações, a relação de companhias que utilizam algum tipo de software livre chega a 61%.
2 - Considerando as empresas de todos os portes, 26% delas utilizam software de código aberto em sua estrutura de TI.
3 - Se comparada à média de outros países, em que a adoção não chega a 10% no mercado corporativo, pode-se dizer o Brasil está muito bem na adoção de software livre.
4 - Entre as empresas médias, a adoção chega em 44% das companhias.
5 - Nas pequenas empresas. Elas possuem uma representatividade muito grande na amostragem e apenas 22% delas utilizam software livre.
Minhas considerações:
1 - Algum tipo de software livre nas grandes companhias demonstra a necessidade de integração entre as plataformas (algum tipo não quer dizer predominancia, uma maquina com linux já é algum tipo), nas grandes predomina a variedade, mas não muito, quer dizer que 39% não usa software livre (o que será que eles usam?). Numa corporação a decisão sobre o uso de uma tecnologia é basicamente pela utilidade/recursos da mesma. A plataforma não determina ou elimina um produto na minha opinião.
2 - Apenas 26% usam algum tipo de software livre, não deixe tudo para investir nisso, você precisa conhecer muito software proprietario no mundo de hoje. A predominancia não é de software livre.
3 - Sem duvida, no Brasil a situação é melhor para o software livre comparada com outros paises, mas como nao temos predominancia aqui quer dizer que em muito lugar do mundo precisamos dominar muito mais tecnologia de software proprietario se quizermos ter lugar (emprego/negocios) garantidos no mercado.
4 - Se você atua nas médias empresas e seu produto ou conhecimento é maior em software livre, você tem mais chances de se dar bem.
5 - Já se você atua nas pequenas empresas e é especialidado em software livre o mercado parece menor, mas será? Pode ser maior não é mesmo? Podemos avaliar essa informação de outra forma, nas pequenas empresas o mercado tem 78% em tamanho para crescer em software livre, e esse mercado é bem propenso a usar software livre porque a economia iria pesar bastante no orçamento. Viu o que eu falo sobre como avaliar os numeros?
Se você tem uma avaliação/opinião diferente comente esse post. Afinal, blog é para isso.
14. maio 2009 05:34
Semana passada comprei um HD novo para o notebook de 500gb e ontem resolvi começar a usa-lo. Como tenho espaço de sobra agora comparado com o anterior de 80gb planejei instalar um dual-boot com windows vista e windows 7 para testar, além do linux. Comecei instalando o Windows 7. Algum tempo atrás instalamos em uma maquina aqui na empresa o Windows 7, não nesta versão RC, não tive muita oportunidade de testar o mesmo mas não encontramos problema naquela versão, como esta sendo bastante elogiado resolvi testar melhor agora no meu notebook.
Confesso que ele me surpreendeu, logo de cara depois que eu instalei, criei uma partição de 300gb para concentrar meus dados que por causa do pouco espaço anterior estavam espalhados em outros dois hds removiveis. Minhas copias no Windows Vista entre hd da maquina e disco removivel nunca passaram de 3 no maximo 4 mb por segundo. No Windows 7 a copia foi feita a 17 mb por segundo, nem acreditei quando vi. Coloquei várias copias simultaneas para rodar e acreditem, nenhuma foi feita tão baixo quando no Windows Vista. A demora nas cópias era o que mais me irritava no Windows Vista.
Notei várias mudanças simples na usabilidade do sistema também que não só deixaram o sistema (um pouco) mais bonito como no meu ponto de vista ajudaram na usabilidade, eu particularmente achei bem melhor a forma de organização da barra de tarefas e do system tray.
Ele detectou quase todos os drivers, só nao achou webcam e card reader. Mas os drivers do vista instalaram esses dispositivos sem mais problemas. Ele também não fica pedindo permissão para executar aplicativos, apenas para instalar.
Não usei muito ainda (por isso primeiras impressões), estou ainda na fase de instalar os aplicativos como mostra a imagem a seguir, nela estou instalando o sp1 do visual studio, note que agora posso deixar os gadgets onde eu bem entender, modificação simples como falei mas que melhora bem a usabilidade. Note também a barra de tarefas, eu gostei bem mais assim. Se você for atento vai notar a diferença no media player também, com um simples clique ele volta para o modo normal.
Outro detalhe que me agradou em relação ao vista foi o trabalho com dois monitores, eu uso meu notebook para tudo, no trabalho eu conecto ele em um monitor 22" da Sansung que já esta conectado no teclado e mouse (Microsoft) e uso estendido mas como primario o monitor de 22". No Vista eu precisei instalar um aplicativo da ATI para conseguir usar como citei, ele tinha dificuldade em deixar o monitos Sansung como primario. No Windows 7 funcionou como eu desejo de primeira, sem problemas, configurando no proprio Windows 7.
No geral esta tudo funcionando no minimo como no vista, ele ainda esta um pouco pesado (não mais do que o vista), talvez na versão final ele ainda fique um pouco melhor, gerenciamento de memória não notei diferença com o Vista. Ele esta iniciando claramente mais rápido do que o Vista, mas acabei de instalar então é bom não contar muito com isso agora ainda.
No Windows Vista a minha bateria do notebook não durava nada, ainda não testei no Windows 7 espero melhora neste sentido também.
Se você quizer testar o Windows 7 visite: http://www.microsoft.com/windows/windows-7/ eu gostei tanto que nem vou instalar mais o Vista, pelo menor por enquanto.
Muita gente reclama do Windows Vista (inclusive eu) mas acho que não é para tanto. Eu acredito (minha opinião) que Microsoft precisava fazer várias mudanças no sistema operacional e o legado atrapalhava muito isso, imagina que você tem que fazer um sistema novo mas que nele precisa funcionar tudo que roda nos anteriores, isso vai gerando um acrescimo de complexidade imenso. Eu acredito que o Windows Vista é um divisor de águas, nele foram implementadas um monte de novidades, até mesmo no gerenciamento gráfico, segurança, etc., os desenvolvedores tanto de software quanto de hardware tiveram pela primeira vez acesso a essas novidades e começaram a desenvolver seus produtos para elas, pensando nelas. Agora entra o Windows 7 com o mercado bem mais maduro em relação as novidades (com vários hardwares e softwares feitos usando os beneficios dessas novidades) e com o retorno (feedback) em relação as mesmas a microsoft pode melhorar e decidir o "agrada melhor ao consumidor", isso torna o Windows 7 com certeza bem melhor, um produto bem mais maduro em ralação ao vista. Lembra quando foi lançado o Vista? Várias maquinas nem conseguiam rodar ele, qual o acrescimo de hardware hoje necessário para instalar o Windows 7? Nenhum, roda Windows Vista, roda Windows 7, isso que eu quero dizer com maturidade de harware e software em relação as novidades implementadas que na minha opinião começaram lá atrás, com o Windows Vista.
Só mais uma coisa que me veio a mente agora enquanto escrevo este Post, tem muita gente que reclama do Vista mas não sabe usar o mesmo, como eu falei nele muita coisa mudou em relação ao Windows XP, tem muita reclamação que é por falta de conhecimento técnico. Muita gente que fazia de tudo no XP, inclusive técnicos reclamam do Vista porque não conseguem fazer o mesmo e não tem humildade suficiente para estudar. Tem muita besteira nas reclamações com o Vista, vou citar um exemplo que me veio agora, quanta reclamação a gente ouve do Vista pelo fato dele pedir permissão para executar programas de risco? Você que já mexeu com Linux sabe que acontece exatamente o mesmo toda hora inclusive pedindo a senha de root. Quanta gente eu já vi que reclama desse recurso no Vista mas acha que é um beneficio no Linux? Pura hipocresia não? Quando eu falo sobre isso muita gente faz um monte de justificativas, como eu disse, pura desinformação, da pra configurar ou alterar tudo no Vista, basta saber.
Esse finalzinho foi só uma pequena avaliação do que se passou nos ultimos anos ai, tem opinião contraria ou quer acrescentar algo? É só comentar o Post, afinal blog é pra isso correto?
5. maio 2009 04:35
Eu costumo dizer que o pessoal de software livre é meio inocente (sem ofender e ser contra software livre) e eles ficam bravo comigo mas vamos aos fatos:
1 - O governo brasileiro resolveu promover Software Livre por Decreto, abrindo linhas de crédito para computadores populares desde que eles venham com sistemas operacionais de código aberto. Então várias empresas incluindo a Positivo que desejam essas "facilidades" resolveram instalar Linux em suas maquinas.
2 - Segundo Helio Rotenberg, CEO da positivo 2/3 dos consumidores que compram computadores com linux migram para o Windows Full. No caso o XP, piratão. Luis Anavitarte, analista do Gartner Group vai mais além, segundo ele mais de 90% desses computadores são convertidos em Microsoft em menos de 24 horas. Ele cita ainda uma pesquisa de uma revenda latinoamericana que descobriu: 95% das máquinas vendidas com Linux em um mês estão rodando Windows.
Porque isso acontece? Você acha que a Positivo vai instalar o Ubuntu nas suas maquinas e contar com o suporte da comunidade? É claro que não. Quanto você acha que custa o suporte da Red Hat ou Novell? É muito mais barato para os fabricantes instalarem uma distribuição de pouca qualidade com suporte barato contando com todos os beneficios do governo brasileiro. Eles não estão nem ai se você vai continuar usando o linux, se você vai instalar o windows ou com o crescimento do software livre. Estão preocupados com o custo das maquinas e quanto podem lucrar encima.
Quem saiu mais prejudicado? As distribuições linux que prestam. Vindo com essas distribuições "capeta" o usuário só cria mais preconceito com o sistema operacional do pinguim.
Fato extra: Para fabricantes a licensa do Windows XP custa cerca de R$ 47,00. Ou seja, com um acrescimo de R$ 47,00 o brasileiro não precisaria usar uma versão pirata, mas se ele quiser instalar uma versão original depois de comprar uma maquina com um linux qualquer ele vai precisar desenbolsar uns R$ 500,00. Comparando com o preço que ele pagou na maquina a decisão é dificil em instalar um pirata né? Mais um detalhe, esses R$ 47,00 seriam divididos nas diversas parcelas já que a maioria dos consumidores compra as maquinas a perder de vista. Quanto um usuário paga para um técnico formatar uma maquina recem comprada com linux para windows xp pirata? No minimo uns R$ 50,00 reais né? Além de tudo essa lei incentiva a pirataria.
Saiba mais aqui e aqui
28. abril 2009 03:05
Esse blog não é para esse tipo de assunto, mas ele é de interesse da maioria dos que o acessam, eu não gostaria de ter um homem (ou mesmo mulher) enfiando o dedo no meu fiofó, para aqueles que tem esperança assim como eu de evitar esse trágico exame clique aqui e veja essa máteria.
23. abril 2009 14:22
Na parte 1 do estudo definimos os 23 assuntos que vão cair na prova 101 da LPI.
Na parte 2 definimos os 157 itens que precisamos estudar para dominar os 23 assuntos que vão cair na prova.
Neste artigo vou colocar algumas perguntas (84 perguntas) que vamos responder após estudar cada assunto para verificar se estamos conseguindo atingir o objeto. Estas perguntas estão em inglês porque eu retirei exatamente da pagina de requisitos da prova, não traduzi porque acredito que não vale a pena perder tempo com isso agora, conforme formos estudando os assuntos vamos verificando as perguntas traduzindo as mesmas.
Segue a lista das perguntas, a coluna a direita identifica qual assunto as perguntas fazem parte:
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1 - Enable and disable integrated peripherals.
2 - Configure systems with or without external peripherals such as keyboards.
3 - Differentiate between the various types of mass storage devices.
4 - Set the correct hardware ID for different devices, especially the boot device.
5 - Know the differences between coldplug and hotplug devices.
6 - Determine hardware resources for devices.
7 - Tools and utilities to list various hardware information (e.g. lsusb, lspci, etc.)
8 - Tools and utilities to manipulate USB devices
9 - Conceptual understanding of sysfs, udev, hald, dbus
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1
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10 - Provide common commands to the boot loader and options to the kernel at boot time.
11 - Demonstrate knowledge of the boot sequence from BIOS to boot completion.
12 - Check boot events in the log files.
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2
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13 - Set the default runlevel.
14 - Change between run levels including single user mode.
15 - Shutdown and reboot from the command line.
16 - Alert users before switching runlevels or other major system event.
17 - Properly terminate processes.
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3
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18 - Allocate filesystems and swap space to separate partitions or disks.
19 - Tailor the design to the intended use of the system.
20 - Ensure the /boot partition conforms to the hardware architecture requirements for booting.
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4
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21 - Providing alternative boot locations and backup boot options.
22 - Install and configure a boot loader such as GRUB.
23 - Interact with the boot loader.
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5
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24 - Identify shared libraries.
25 - Identify the typical locations of system libraries.
26 - Load shared libraries.
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6
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27 - Install, upgrade and uninstall Debian binary packages.
28 - Find packages containing specific files or libraries which may or may not be installed.
29 - Obtain package information like version, content, dependencies, package integrity and installation status (whether or not the package is installed).
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7
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30 - Install, re-install, upgrade and remove packages using RPM and YUM.
31 - Obtain information on RPM packages such as version, status, dependencies, integrity and signatures.
32 - Determine what files a package provides, as well as find which package a specific file comes from.
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8
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33 - Use single shell commands and one line command sequences to perform basic tasks on the command line.
34 - Use and modify the shell environment including defining, referencing and exporting environment variables.
35 - Use and edit command history.
36 - Invoke commands inside and outside the defined path
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9
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37 - Send text files and output streams through text utility filters to modify the output using standard UNIX commands found in the GNU textutils package.
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10
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38 - Copy, move and remove files and directories individually.
39 - Copy multiple files and directories recursively.
40 - Remove files and directories recursively.
41 - Use simple and advanced wildcard specifications in commands.
42 - Using find to locate and act on files based on type, size, or time.
43 - Usage of tar, cpio and dd.
|
11
|
|
44 - Redirecting standard input, standard output and standard error.
45 - Pipe the output of one command to the input of another command.
46 - Use the output of one command as arguments to another command.
47 - Send output to both stdout and a file.
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12
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|
48 - Run jobs in the foreground and background.
49 - Signal a program to continue running after logout.
50 - Monitor active processes.
51 - Select and sort processes for display.
52 - Send signals to processes.
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13
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53 - Know the default priority of a job that is created.
54 - Run a program with higher or lower priority than the default.
55 - Change the priority of a running process.
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14
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56 - Create simple regular expressions containing several notational elements.
57 - Use regular expression tools to perform searches through a filesystem or file content.
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15
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58 - Navigate a document using vi.
59 - Use basic vi modes.
60 - Insert, edit, delete, copy and find text.
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16
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61 - Use various mkfs commands to set up partitions and create various filesystems such as: ext2, ext3, xfs, reiserfs v3, vfat.
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17
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62 - Verify the integrity of filesystems.
63 - Monitor free space and inodes.
64 - Repair simple filesystem problems.
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18
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65 - Manually mount and unmount filesystems.
66 - Configure filesystem mounting on bootup.
67 - Configure user mountable removeable filesystems
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19
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68 - Set up a disk quota for a filesystem.
69 - Edit, check and generate user quota reports.
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20
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70 - Manage access permissions on regular and special files as well as directories.
71 - Use access modes such as suid, sgid and the sticky bit to maintain security.
72 - Know how to change the file creation mask.
73 - Use the group field to grant file access to group members.
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21
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78 - Create links.
79 - Identify hard and/or softlinks.
80 - Copying versus linking files.
81 - Use links to support system administration tasks.
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22
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|
82 - Understand the correct locations of files under the FHS.
83 - Find files and commands on a Linux system.
84 - Know the location and propose of impotant file and directories as defind in the FHS.
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23
|
A partir do próximo artigo vamos começar a estudar os 157 itens.
Consegui exportar o mapa mental que estou criando do estudo para html e coloquei no ar, segue o link: http://www.moroni.com.br/lpi_101
20. abril 2009 11:54
No artigo anterior nos vimos de forma geral o que vai cair na prova 101 da LPI, nós separamos 23 itens ou assuntos que vão cair na prova. Neste artigo nós vamos detalhar o que vai car em cada um destes 23 itens.
Antes de mais nada de uma olhada na tabela abaixo:
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1 - /sys
2 - /proc
3 - /dev
4 - modprobe
5 - lsmod
6 - lspci
7 - lsusb
8 - /var/log/messages
9 - dmesg
10 - BIOS
11 - bootloader
12 - kernel
13 - init
14 - /etc/inittab
15 - shutdown
16 - init
17 - /etc/init.d
18 - /telinit
19 - /(root) filesystem
20 - /var filesystem
21 - /home filesystem
22 - swap space
23 - mount points
24 - partitions
25 - /boot/grub/menu.lst
26 - grub-install
27 - mbr
28 - superblock
29 - /etc/lilo.conf
30 - lilo
31 - ldd
32 - ldconfig
33 - /etc/ld.so.conf
34 - LD_LIBRARY_PATH
35 - /etc/apt/sources.list
36 - dpkg
37 - dpkg-reconfigure
38 - apt-get
39 - apt-cache
40 - aptitude
41 - rpm
42 - rpm2cpio
43 - /etc/yum.conf
44 - /etc/yum.repos.d/
45 - yum
46 - yumdownloader
47 - .
48 - bash
49 - echo
50 - env
51 - exec
52 - export
53 - pwd
54 - set
55 - unset
56 - man
57 - uname
58 - history
59 - cat
60 - cut
61 - expand
62 - fmt
63 - head
64 - od
65 - join
66 - nl
67 - paste
68 - pr
69 - sed
70 - sort
71 - split
72 - tail
73 - tr
74 - unexpand
75 - uniq
76 - wc
77 - cp
78 - find
79 - mkdir
80 - mv
81 - ls
82 - rm
83 - rmdir
84 - touch
85 - tar
86 - cpio
87 - dd
88 - file
89 - gzip
90 - gunzip
91 - bzip2
92 - file globbing
93 - tee
94 - xargs
|
1 - &
2 - bg
3 - fg
4 - jobs
5 - kill
6 - nohup
7 - ps
8 - top
9 - free
10 - uptime
11 - killall
12 - nice
13 - ps
14 - renice
15 - top
16 - grep
17 - egrep
18 - fgrep
19 - sed
20 - regex(7)
21 - vi
22 - /,?
23 - h,j,k,l
24 - i,o,a
25 - c,d,p,y,dd,yy
26 - ZZ, :w!, :q!, :e!
27 - ext2
28 - ext3
29 - xfs
30 - reiserfs v3
31 - vfat
32 - fdisk
33 - mkfs
34 - mkswap
35 - du
36 - df
37 - fsck
38 - e2fsck
39 - mke2fs
40 - debugfs
41 - dumpe2fs
42 - tune2fs
43 - xfs tools (xfs_metadump, xfs_info)
44 - etc/fstab
45 - /media
46 - mount
47 - umount
48 - quota
49 - edquota
50 - repquota
51 - quotaon
52 - chmod
53 - umask
54 - chown
55 - chgrp
56 - ln
57 - find
58 - locate
59 - updatedb
60 - whereis
61 - wich
62 - type
63 - /etc/updatedb.conf
|
Você acaba de ser apresentado a praticamente TUDO que precisa aprender para passar na prova. São 157 itens, nem todos eles são comandos, muitos são conceitos, pastas e termos que precisamos aprender. Eu separei em duas listas porque eu não gosto que minhas listas de estudo passem de 100 itens, se passar eu divido em mais listas como fiz acima para facilitar meu estudo. Conforme formos estudando os itens acima vamos categorizando separando os comandos, pastas e etc. Serão estes 157 itens que iremos estudar.
Cada item acima esta dentro de um dos 23 assuntos que definimos no artigo anterior, por isso alguns estão repetidos.
Agora precisamos saber com clareza onde cada um destes 157 item se relaciona com os 23 assuntos que definimos no artigo anterior, vamos lá:
1 - Hardware - determinar e configurar (Determine and configure hardware settings)
1 - /sys 2 - /proc 3 - /dev 4 - modprobe 5 - lsmod 6 - lspci 7 - lsusb
2 - Sistema de inicialização (Boot the system)
8 - /var/log/messages 9 - dmesg 10 - BIOS 11 - bootloader 12 - kernel 13 - init
3 - Alterando os niveis de execução e desligando ou reiniciando o sistema (Change runlevels and shutdown or reboot system)
14 - /etc/inittab 15 - shutdown 16 - init 17 - /etc/init.d 18 - /telinit
4 - Hard Disk - Layout (Design Hard Disk layout)
19 - /(root) filesystem 20 - /var filesystem 21 - /home filesystem 22 - swap space 23 - mount points 24 - partitions
5 - Instalando o gerenciador de inicialização (Install a Boot Manager)
25 - /boot/grub/menu.lst 26 - grub-install 27 - mbr 28 - superblock 29 - /etc/lilo.conf 30 - lilo
6 - Gerenciando as bibliotecas compartilhadas (Manage shared libraries)
31 - ldd 32 - ldconfig 33 - /etc/ld.so.conf 34 - LD_LIBRARY_PATH
7 - Usando o gerenciador de pacotes do Debian (Use Debian package management)
35 - /etc/apt/sources.list 36 - dpkg 37 - dpkg-reconfigure 38 - apt-get 39 - apt-cache 40 - aptitude
8 - Usando o gerenciador de pacotes RPM e YUM (Use RPM and YUM package management)
41 - rpm 42 - rpm2cpio 43 - /etc/yum.conf 44 - /etc/yum.repos.d/ 45 - yum 46 - yumdownloader
9 - Trabalhando na linha de comando (Work on the command line)
47 - . 48 - bash 49 - echo 50 - env 51 - exec 52 - export 53 - pwd 54 - set 55 - unset 56 - man 57 - uname 58 - history
10 - Processando texto usando filtros (Process text streams using filters)
59 - cat 60 - cut 61 - expand 62 - fmt 63 - head 64 - od 65 - join 66 - nl 67 - paste 68 - pr 69 - sed 70 - sort 71 - split 72 - tail 73 - tr 74 - unexpand 75 - uniq 76 - wc
11 - Realizando gerenciamento basico de arquivos (Perform basic file management)
77 - cp 78 - find 79 - mkdir 80 - mv 81 - ls 82 - rm 83 - rmdir 84 - touch 85 - tar 86 - cpio 87 - dd 88 - file 89 - gzip 90 - gunzip 91 - bzip2 92 - file globbing
12 - Usando streams, pipes e redirects (Use streams, pipes and redirects)
93 - tee 94 - xargs
13 - Criando, monitorando e finalizando processos (Create, monitor and kill processes)
1 - & 2 - bg 3 - fg 4 - jobs 5 - kill 6 - nohup 7 - ps 8 - top 9 - free 10 - uptime 11 - killall
14 - Modificando a prioridade na execução dos processos (Modify process execution priorities)
12 - nice 13 - ps 14 - renice 15 - top
15 - Fazendo busca em arquivos de texto usando expressões regulares (Search text files using regular expressions)
16 - grep 17 - egrep 18 - fgrep 19 - sed 20 - regex(7)
16 - Executando operações de edição basica em arquivos usando o vi (Perform basic file editing operations using vi)
21 - vi 22 - /,? 23 - h,j,k,l 24 - i,o,a 25 - c,d,p,y,dd,yy 26 - ZZ, :w!, :q!, :e!
17 - Criando partições e sistema de arquivos (Create partitions and filesystems)
27 - ext2 28 - ext3 29 - xfs 30 - reiserfs v3 31 - vfat 32 - fdisk 33 - mkfs 34 - mkswap
18 - Mantendo a integridade do sistema de arquivos (Maintain the integrity of filesystems)
35 - du 36 - df 37 - fsck 38 - e2fsck 39 - mke2fs 40 - debugfs 41 - dumpe2fs 42 - tune2fs 43 - xfs tools (xfs_metadump, xfs_info)
19 - Montando e desmontando o sistema de arquivos (Control mounting and unmonting of filesystem)
44 - etc/fstab 45 - /media 46 - mount 47 - umount
20 - Gerenciando as cotas de disco (Manage disk quotas)
48 - quota 49 - edquota 50 - repquota 51 - quotaon
21 - Gerenciando permissões e propriedade nos arquivos (Manage file permissions and ownership)
52 - chmod 53 - umask 54 - chown 55 - chgrp
22 - Criando e alterando links (Create and change hard and symbolic links)
56 - ln
23 - Localizando arquivos do sistema e colocando os mesmos no local correto(Find system files and place files in the correct location)
57 - find 58 - locate 59 - updatedb 60 - whereis 61 - wich 62 - type 63 - /etc/updatedb.conf
É isso que precisamos aprender para passar na prova. Recomendo que você faça o mesmo que eu recomendei no artigo anterior, se você já tem o seu caderno de estudos para a LPI como eu anote no seu caderno estes 157 itens relacionando os mesmos com o assunto correspondente. Eu não escrevo cada um dos 23 itens, apenas coloco o numero para não ficar escrevendo tanto.
Essa fase é meio chata mas confie em mim, vai ajudar muito lá na frente. Quando estivermos estudando cada item não será a primeira vez que o vimos, facilitara a associação e memorização. Aliás este processo de estudar do geral para o particular como estamos fazendo, planejando o estudo faz toda a diferença.
O próximo artigo será o ultimo de planejamento.
Segue o mapa mental atualizado com o que foi apresentado hoje: LPI 101 - Itens de estudo.pdf (82,31 kb)
18. abril 2009 04:49
Nesta primeira parte vou definir de forma geral o que vai cair na prova, estou retirando as informações diretamente do site oficial da LPI. O link é: http://www.lpi.org/eng/certification/the_lpic_program/lpic_1/exam_101_detailed_objectives.
No final deste artigo eu coloco dicas de como o mesmo pode ser estudado por você, não deixe de conferir.
Como o site é em inglês eu estou colocando o assunto em português e inglês entre parenteses. Não fiz tradução literal, algumas vezes procuro manter a palavra em inglês que melhora a compreensão já que lidamos basicamente com termos técnicos, vai ser sempre assim durante o estudo.
Vamos ao que interessa, basicamente eu identifiquei 23 assuntos, ou itens que vamos precisar dominar para passar na prova, são eles:
| 1 - Hardware - determinar e configurar (Determine and configure hardware settings) |
| 2 - Sistema de inicialização (Boot the system) |
| 3 - Alterando os niveis de execução e desligando ou reiniciando o sistema (Change runlevels and shutdown or reboot system) |
| 4 - Hard Disk - Layout (Design Hard Disk layout) |
| 5 - Instalando o gerenciador de inicialização (Install a Boot Manager) |
| 6 - Gerenciando as bibliotecas compartilhadas (Manage shared libraries) |
| 7 - Usando o gerenciador de pacotes do Debian (Use Debian package management) |
| 8 - Usando o gerenciador de pacotes RPM e YUM (Use RPM and YUM package management) |
| 9 - Trabalhando na linha de comando (Work on the command line) |
| 10 - Processando texto usando filtros (Process text streams using filters) |
| 11 - Realizando gerenciamento basico de arquivos (Perform basic file management) |
| 12 - Usando streams, pipes e redirects (Use streams, pipes and redirects) |
| 13 - Criando, monitorando e finalizando processos (Create, monitor and kill processes) |
| 14 - Modificando a prioridade na execução dos processos (Modify process execution priorities) |
| 15 - Fazendo busca em arquivos de texto usando expressões regulares (Search text files using regular expressions) |
| 16 - Executando operações de edição basica em arquivos usando o vi (Perform basic file editing operations using vi) |
| 17 - Criando partições e sistema de arquivos (Create partitions and filesystems) |
| 18 - Mantendo a integridade do sistema de arquivos (Maintain the integrity of filesystems) |
| 19 - Montando e desmontando o sistema de arquivos (Control mounting and unmonting of filesystem) |
| 20 - Gerenciando as cotas de disco (Manage disk quotas) |
| 21 - Gerenciando permissões e propriedade nos arquivos (Manage file permissions and ownership) |
| 22 - Criando e alterando links (Create and change hard and symbolic links) |
| 23 - Localizando arquivos do sistema e colocando os mesmos no local correto(Find system files and place files in the correct location) |
Esses 23 itens fazem parte de quatro grupos principais:
-
Arquitetura do sistema (System architecture)
-
Instalação e gerenciamento de pacotes (Linux installation and package management)
-
Comandos GNU e UNIX (GNU and UNIX commands)
-
Dispositivos, Sistemas de arquivos do Linux e o Padrão FHS (Devices, Linux Filesystems, Filesystem Hierarchy Standard)
Segue os 23 itens de acordo com seus grupos principais:
Arquitetura do sistema (System architecture)
1 - Hardware - determinar e configurar (Determine and configure hardware settings)
2 - Sistema de inicialização (Boot the system)
3 - Alterando os niveis de execução e desligando ou reiniciando o sistema (Change runlevels and shutdown or reboot system)
Instalação e gerenciamento de pacotes (Linux installation and package management)
4 - Hard Disk - Layout (Design Hard Disk layout)
5 - Instalando o gerenciador de inicialização (Install a Boot Manager)
6 - Gerenciando as bibliotecas compartilhadas (Manage shared libraries)
7 - Usando o gerenciador de pacotes do Debian (Use Debian package management)
8 - Usando o gerenciador de pacotes RPM e YUM (Use RPM and YUM package management)
Comandos GNU e UNIX (GNU and UNIX commands)
9 - Trabalhando na linha de comando (Work on the command line)
10 - Processando texto usando filtros (Process text streams using filters)
11 - Realizando gerenciamento basico de arquivos (Perform basic file management)
12 - Usando streams, pipes e redirects (Use streams, pipes and redirects)
13 - Criando, monitorando e finalizando processos (Create, monitor and kill processes)
14 - Modificando a prioridade na execução dos processos (Modify process execution priorities)
15 - Fazendo busca em arquivos de texto usando expressões regulares (Search text files using regular expressions)
16 - Executando operações de edição basica em arquivos usando o vi (Perform basic file editing operations using vi)
Dispositivos, Sistemas de arquivos do Linux e o Padrão FHS (Devices, Linux Filesystems, Filesystem Hierarchy Standard)
17 - Criando partições e sistema de arquivos (Create partitions and filesystems)
18 - Mantendo a integridade do sistema de arquivos (Maintain the integrity of filesystems)
19 - Montando e desmontando o sistema de arquivos (Control mounting and unmonting of filesystem)
20 - Gerenciando as cotas de disco (Manage disk quotas)
21 - Gerenciando permissões e propriedade nos arquivos (Manage file permissions and ownership)
22 - Criando e alterando links (Create and change hard and symbolic links)
23 - Localizando arquivos do sistema e colocando os mesmos no local correto(Find system files and place files in the correct location)
Cada assunto tem um peso, quanto maior o peso mais o assunto é cobrado na prova ou seja, o que vai cair mais na prova são os assuntos que tem mais peso. Dos 23 itens nós temos:
-
4 com peso 4;
-
8 com peso 3;
-
9 com peso 2;
-
2 com peso 1;
Quando eu estava identificando o peso de cada um dos 23 itens eu reparei uma coisa muito interessante, a próxima tabela mostra os assuntos de acordo com o peso, preste bastante atenção, para facilitar eu separei os pesos com uma cor, sendo vermelho = peso 4, azul = peso 3, sem cor é peso 2 e verde = peso 1;
|
Arquitetura do sistema (System architecture)
|
|
| 1 - Hardware - determinar e configurar (Determine and configure hardware settings) |
P=2 |
| 2 - Sistema de inicialização (Boot the system) |
P=3 |
| 3 - Alterando os niveis de execução e desligando ou reiniciando o sistema (Change runlevels and shutdown or reboot system) |
P=3 |
| Instalação e gerenciamento de pacotes (Linux installation and package management) |
|
| 4 - Hard Disk - Layout (Design Hard Disk layout) |
P=2 |
| 5 - Instalando o gerenciador de inicialização (Install a Boot Manager) |
P=2 |
| 6 - Gerenciando as bibliotecas compartilhadas (Manage shared libraries) |
P=1 |
| 7 - Usando o gerenciador de pacotes do Debian (Use Debian package management) |
P=3 |
| 8 - Usando o gerenciador de pacotes RPM e YUM (Use RPM and YUM package management) |
P=3 |
| Comandos GNU e UNIX (GNU and UNIX commands) |
|
| 9 - Trabalhando na linha de comando (Work on the command line) |
P=4 |
| 10 - Processando texto usando filtros (Process text streams using filters) |
P=3 |
| 11 - Realizando gerenciamento basico de arquivos (Perform basic file management) |
P=4 |
| 12 - Usando streams, pipes e redirects (Use streams, pipes and redirects) |
P=4 |
| 13 - Criando, monitorando e finalizando processos (Create, monitor and kill processes) |
P=4 |
| 14 - Modificando a prioridade na execução dos processos (Modify process execution priorities) |
P=2 |
| 15 - Fazendo busca em arquivos de texto usando expressões regulares (Search text files using regular expressions) |
P=2 |
| 16 - Executando operações de edição basica em arquivos usando o vi (Perform basic file editing operations using vi) |
P=3 |
| Dispositivos, Sistemas de arquivos do Linux e o Padrão FHS (Devices, Linux Filesystems, Filesystem Hierarchy Standard) |
|
| 17 - Criando partições e sistema de arquivos (Create partitions and filesystems) |
P=2 |
| 18 - Mantendo a integridade do sistema de arquivos (Maintain the integrity of filesystems) |
P=2 |
| 19 - Montando e desmontando o sistema de arquivos (Control mounting and unmonting of filesystem) |
P=3 |
| 20 - Gerenciando as cotas de disco (Manage disk quotas) |
P=1 |
| 21 - Gerenciando permissões e propriedade nos arquivos (Manage file permissions and ownership) |
P=3 |
| 22 - Criando e alterando links (Create and change hard and symbolic links) |
P=2 |
| 23 - Localizando arquivos do sistema e colocando os mesmos no local correto(Find system files and place files in the correct location) |
P=2 |
Se você reparou bem na tabela acima, assim como eu reparou algumas coisas interessantes e importantes. A principal delas é que todos os itens com peso 4 fazem parte do grupo Comandos GNU e UNIX (GNU and UNIX commands) ou seja, comandos é o que realmente vai cair na prova, salientando isso vemos que neste grupo ainda temos 2 itens peso 3 e dois itens peso 2. Resumindo temos que dar atenção especial para os comandos principalmente os itens 9, 11, 12, 13.
Vimos também que bibliotecas compartilhadas (item 6) e cotas de disco (item 20) tem grande possibilidade de nem cair na prova.
Concluindo o assunto da tabela, quando estivermos estudando itens com peso 4 atenção redobrada, item com peso 1 vamos só dar uma olhada, o restante praticamente estudo normal.
No link abaixo você pode baixar o pdf com o Mapa Mental de tudo que foi tratado neste post, só atenção para a questão do peso que no Mapa Mental eu coloquei como prioridade ou seja peso 4 tem prioridade 1 e assim por diante, ficou invertido.
LPI 101 - Visão Geral.pdf (65,96 kb)
Como você poderia tirar um melhor proveito desde artigo?
Não tenha preguiça, pegue um caderno (recomendo um novo para utilizar durante todo o estudo) e escreva nele todos os 23 itens, em seus grupos com seus respectivos pesos, pegue alguns lapis de cor ou aquelas canetas para marcação de texto e identifique os itens de acordo com seu peso. Antes de escrever este artigo eu fiz isso, anoitei tudo em um caderno que eu ja tinha separado para o estudo da prova 101 da LPI, foi a partir das minhas anotações que identifiquei tudo o que coloquei no artigo e agora sei de forma geral tudo que vai cair. Quando você estiver anotando vai perceber detalhes que nao prestou atenção quando estava simplesmente lendo. Boa sorte pra nós todos nesta caminhada.
No próximo artigo vamos detalhar o que vai precisar ser estudado em cada 1 dos 23 assuntos.
17. abril 2009 12:15
Embora minha especialidade seja desenvolvimento utilizando a plataforma .NET da Microsoft sempre fui um profissional "generalista", ou seja, sempre utilizei diversas tecnologias entre elas java, php, linux, etc.
Minha empresa atua na area de segurança e temos principalmente dois produtos, um deles é desenvolvido em .NET, chamamos de Caseboard e é basicamente um sistema de gestão de fraudes, o banco Real por exemplo utiliza o mesmo aqui no Brasil. O segundo chamamos de modulo 4sec, este é desenvolvido com kernel Linux e atua na segurança da rede com varios tipos de monitoramentos, alertas e relatorios de segurança da informação que esta sendo trafegada. A policia federal é nossa cliente no módulo 4sec assim como várias empresas da iniciativa privada.
Eu me dedico mais na 4sec no Caseboard, porque o mesmo é em .NET e como falei é a minha especialidade, no entanto preciso de conhecimentos em Linux por causa do nosso outro produto que vai de vento em poupa.
Acredito que a melhor maneira de aprender e aprofundar no conhecimento de uma tecnologia é através da certificação, geralmente o caminho que leva a prova produz conhecimentos que fudamentam a utilização da tecnologia. Por isso decidi para melhorar minhas habilidade em Linux fazer a certificação LPI, a principio LPI-1 e LPI-2.
Cada umas das certificações Linux é composta por duas provas como você pode ver em: http://www.lpibrasil.com.br/provas/provas.php
Meu primeiro objetivo claro é a prova da LPI-1 conhecida como 101.
Eu já estudei para várias certificações Microsoft, mas essa vai ser a primeira vez que vou compartilhar meu estudo. Espero conhecer e discutir o assunto que estou estudando com outras pessoas através dos comentarios nos posts.
Eu geralmente estudo todo dia (pouco por dia devido ao tempo), mas sou flexivel (alguns dias podem não ter estudo), é provavel que a cada dia eu adicione conteudo no site, principalmente se estiver tendo varios comentarios, o estudo em conjunto ajuda na motivação também.
Eu nao estudo no domingo e geralmente no sabado também não, também aplico varias tecnicas de memorização e planejamento de estudo, vou dando as dicas no caminho.
Geralmente meu estudo para certificação envolve algumas fases, no caso da LPI nao sei ainda quantas serão mas tenho certeza de duas principalmente que são a primeira e ultima. No começo eu faço um levantamento total das informações que vai cair na prova, procuro conhecer em detalhes O QUE VAI CAIR, isso ajuda a ter uma boa noção do conjunto e me faz ter uma ideia clara do que eu preciso aprender, costumo dizer que nessa fase meu cerebro reserva o espaço para o conteudo e seta o que vai ser prioritario. Nesta fase também organizo o estudo.
Por ultimo sempre os simulados, eles me fazem entrar no clima da prova. Procuro conhecer como serão as questões e as pegadinhas até chegar a simular as condições reais da prova, assim na hora da prova sinto como se já tivesse feito a mesma, fico bem mais confortavel, uso um pouco de Programação Neurolinguistica nesta fase para não ser surpreendido na prova, dou as dicas no momento que chegarmos lá.
Você vai ver que procuro visualizar a materia de varias maneiras diferentes, relacionar os conteudos, isso me ajuda muito na memorização.
Então os primeiros Posts serão sobre o que vai cair na prova, vamos levantar informação de tudo que cai na prova e como esse conteudo se relaciona, assim como vamos aprende-lo.
Quando soubermos exatamente o que precisamos aprender, entao os posts serão sobre os assuntos que vão cair na prova.
No final vou colocar questões o mais parecidas possivel com a prova para discutirmos as respostas.
A partir do próximo post começamos a primeira fase.
Mas antes de mais nada quero que você reflita sobre a seguinte pergunta: EU CONSIGO PASSAR NO EXAME DA LPI ESTUDANDO SOZINHO?
Minha resposta para a pergunta acima é com certeza SIM. Não estou dizendo que você precise estudar sozinho, pode fazer um curso de apoio, ou pode usar meus posts como apoio, mas provavelmente o que vou postar aqui será o suficiente para passar na prova, porque eu só vou sossegar quando eu passar. Na verdade eu espero informações da comunidade nos comentários que me ajudem também na preparação, mas sei que se elas nao vierem eu vou consegui-las.
Para concluir esta prova pode ser feita tanto em inglês com português, minha escolha a principio (posso mudar de ideia do decorrer do estudo) será por português mesmo, fique a vontade para escolher o que achar melhor. Mas se o inglês for uma preocupação para você, bem, fique despreocupado.
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