Herbert Moroni
Analista de Sistemas, autor, consultor, instrutor. Especializado na plataforma .NET da Microsoft.

Estudo para Certificação Linux LPI prova 101 - Parte 4 - Hardware (determinar e configurar)

17. junho 2009 07:50

A partir deste post iniciamos o que eu vou chamar de FASE 2. Até o Post anterior nós estudamos o que vai cair na prova, tivemos um idéia geral de como  se relaciona o conteúdo, do que vai ser mais cobrado na prova, mas principalmente a FASE 1 (posts 1 a 3) nos fez identificar o que precisamos aprender para passar na prova.

Eu considero a FASE 1 essencial para o estudo, porque nos da uma idéia geral do que vai cair, é como se falassemos para o nosso cerébro "reservar" aquele espaço para o conteudo porque é isso que vamos aprender. Muita gente não faz isso de forma consciente, mas isso só atrasa o estudo.

Eu estudo sempre do geral para o particular, monto meu estudo como um projeto que quando for finalizado vai ter me proporcionado o aprendizado desejado. Essa técnica do geral para o particular também permite revisões automaticas, ou seja, sem o esforço consciente da revisão você revisa o conteudo anterior sempre que adiciona um ponto mais especifico.

Como você viu eu defini no mais geral 23 itens, depois 157 itens um pouco mais especificos e agora vou adicionar m ais itens, crescendo como uma arvore de conteúdo. Por isso gosto muito dos mapas mentais, que permitem que eu visualize essa "arvore de conteudo" rapidamente, ajudando muito na revisão também.

Nesta FASE 2 eu tenho como objetivo definir os 157 itens. De forma geral eu quero saber para que cada um deles serve, posteriormente vou me aprofundar mais neles respondendo aquele questionario/perguntas do post de parte 3. E depois vou adicionar talvez mais algum conteúdo conforme for fazendo os simulados.

Então vamos lá.

Nosso primeiro assunto é: 

1 - Hardware - determinar e configurar

Revisando:

Hardware é tudo que é fisico no computador, eu costumo brincar que Hardware é  "tudo que podemos chutar" , enquanto Software é tudo que "podemos apenas chingar". Você chinga o Windows, mas chuta o monitor, uma placa mãe é um hardware, um disco rigido (HD) também é um hardware assim como um teclado ou mouse.

Determinar e configurar Hardware no linux (na minha opinião) não é uma tarefa facil. A alguns dos fabricantes de hardware não desenvolvem drivers para Linux. Então não é todo hardware que funciona adequadamente no Linux. Sem um driver ou módulo um sistema operacional não sabe como utilizar o hardware. Sem o driver/módulo correto o hardware pode simplesmente não funcionar ou não funcionar adequadamente, exemplo, sem o driver apropriado de video o sistema pode ficar lento e não conseguir utilizar todos os recursos de video que a placa de video da suporte. 

O pessoal do linux pode ficar bravo comigo por dizer driver, no linux eles chamam de módulo, para mim os dois são a mesma coisa mas existe discussão encima. Mas saliento, sem o módulo no linux o hardware não funciona adequadamente assim como sem o driver no Windows o hardware também não funciona adequadamente, tanto o módulo no linux como o driver no windows servem para dizer para o sistema operacional como utilizar o hardware a que ele se refere. Mas no linux trata-se sempre como módulo e no windows como driver.

Dentro do assunto Hardware determinar e configurar a LPI nos cobra o conhecimento sobre os seguintes itens:

1 - /sys  2 - /proc  3 - /dev  4 - modprobe  5 - lsmod  6 - lspci  7 - lsusb

Os três primeiros itens são pastas e os demais são comandos. Lógicamente esperamos que esses comandos nos permitam determinar e configurar os hardwares e as pastas em questão devem armazenar as informações sobre os mesmos.

Vamos definir os itens, não vou definir na ordem para ter um pouco mais de didatica agora.

A primeira coisa que precisamos saber quando falamos de dispositivos é como listá-los, para isso usamos o comando lspci, como mostra a imagem:

O comando lspci é utilizados para listar todos os dipositivos PCI conectados no sistema, como placa de som, rede, video, etc. (ls de listar + pci de dispositivos pci). Por padrão (como mostra a imagem acima) ele mostra uma breve lista dos dispositivos.

Você pode usar a opção -v (de verbose) para exibir informações detalhadas sobre os dispositivos, assim:

lspci -v

como a listagem pode ser grande utilize o |more por exemplo para melhorar a visualização, assim:

lspci -v |more

Existem diversas outras opções para o comando, para saber mais digite:

lspci --help

ou

man lspci

O --help mostra todas as opções do comando.

O man é uma ajuda do linux, uma especie de manual, tem informações detalhadas sobre o comando e suas opções. Você pode utilizar essas opções (--help e o man) para outros comandos, não só o lspci.

Para sair do man digite q.

Observação: você pode usar as opções -v ou -vv ou -vvv. Cada uma delas trás mais detalhes.

O comando lsusb é semelhante o lspci, mas lista os dispositivos USB. Você também pode utilizar a opção -v para informações detalhadas e utilizar o --help ou o man. Para utilizar todos os recursos do lsusb seu kernel precisa ser versão 2.3.15 ou superior porque é necessário suporte a interface /proc/bus/usb. Para ver sua versão do kernel digite o comando:

uname -r

Antes de falarmos sobre os comandos lsmod e modprobe (que trabalham com módulos especificamente) é importante compreender que temos 2 tipos de módulos:

  1. Built-in - já vem compilado com o kernel, ou seja, o dispositivo vai funcionar corretamente sem nossa intervenção.
  2. Não Built-in -  não estão junto com o kernel, ou seja, não são carregados automaticamente. Precisamos carrregar esses módulos manualmente para isso usaremos os comandos lsmod e modprobe.

O comando lsmod lista todos os módulos que estão ativos no sistema, mesmo que o módulo não esteja sendo usado no momento. Na verdade o lsmod exibe de forma organizada o conteudo do arquivo modules que esta na pasta /proc, então obviamente você também pode ver os modulos ativos visualizando o conteúdo deste arquivo.

O comando modprobe é responsavel por ativar/desativar um módulo.

Para ativar:

modprobe nome_do_modulo

Para desativar:

modprobe -r nome_do_modulo

Alguns módulos para funcionarem dependem que outros modulos estejam levantados, por exemplo, a placa de som precisa além do módulo da placa em si do soundcore (módulo de som). O mais legal do modprobe é que ele resolve essas dependencias automaticamente para você, ou seja, se você pedir para levantar o módulo da placa de som e o soundcore não estiver levantado, o modprobe levanta o soundcore automaticamente. Mas como ele faz isso? Como ele obtem informações sobre as dependencias?

A resposta a pergunta anterior é: através de um arquivo chamado modules.dep, ele tem uma lista de dependencias de todos os módulos.

O arquivo modules.dep fica na pasta /lib/modules/$(uname -r)

$(uname -r) vai retornar a versão do kernel que é o nome da pasta dentro de /lib/modules onde o arquivo modules.dep esta. Isto porque você pode ter mais de um kernel na sua maquina e para cada um deles terá um arquivo modules.dep separado. É claro que voce pode navegar até lá sem usar o uname só coloquei no post porque sua versão do kernel pode ser diferente da minha então você não ia localizar o arquivo.

Um comando importante (associado ao modprobe) que cai na LPI muito frequentemente é o:

depmod

Ele que cria ou atualiza o modules.dep,  então se você apagar o arquivos modules.dep e precisar criar o mesmo novamente é só executar esse comando.

A opção -a do depmod é padrão, ou seja, é executada se você não colocar nada, ela diz para criar dependencia de todos os módulos, frequentemente você vai ver a chamada deste comando assim:

depmod -a 

que é a mesma coisa de chamar:

depmod

Voltando ao modprobe a opção -l do mesmo lista todos os módulos compilados, ou seja, disponiveis para uso:

modprobe -l

Então vemos todos os módulos que podemos utilizar através do modprobe -l e visualizamos os modulos carregados através do lsmod.

Vamos falar agora sobre as pastas /proc, /sys e /dev.

O diretório /proc tem um conteúdo interessante, seu conteúdo não faz parte dos arquivos do HD. Ele é apenas um sistema de arquivos virtual que disponibiliza informação sobre os processos que estão rodando no sistema e informações do kernel no formato de arquivos.

Nele encontramos "arquivos" com a configuração atual do sistema, dados estatísticos, dispositivos montados, interrupções, endereços e estados das portas de I/O, dados sobre as redes, etc. Além disso, possuem subdiretórios com os nomes que correspondem ao PID (process id) de cada processo corrente na máquina, onde se encontram informações detalhadas sobre o estado do processo, linha de comando, etc.

Você pode ver informaçõe sobre a CPU através do arquivo cpuinfo por exemplo:

cat /proc/cpuinfo

A imagem abaixo mostra o conteudo do diretório /proc da minha maquina virtual. Note vários números em azul nas primeiras colunas, são pastas que representam processos que estão sendo executados, cada número é o PID de um processo, ou seja, o número ou código único que representa o mesmo. Cada pasta de processo tem várias informações sobre o mesmo. Temos também arquivos como cpuinfo e meminfo com informações sobre o sistema e outras pastas como bus, acpi e asound que ajudam a organizar as informações em categorias.

O man pode tem várias informações relevantes sobre a pasta /proc (principalmente relacionados as informações dos processos) através do comando:

man proc

O diretório /sys foi introduzido a partir do kernel 2.6 e como o diretório /proc também é virtual. Ele tem informações sobre os dispositivos Plug and Play e pode ser usado para configura-los também.

No diretório /sys cada dispositivo que existe no seu sistema tem seu próprio diretório que contém arquivos mostrando os recursos que lhe foram atribuídos. O nome dos diretórios que representam os dispositivos são estranhos, como 000:00:02.0 mas você pode  usar o comando lspci -v  para confrontar esse código e identificar corretamente qual dispositivo ele representa.

O diretório /dev contém os arquivos de dispositivos. Ele pode ser do tipo devfs ou udev. Este último é o formato mais atual e é suportado a partir do kernel 2.6.15 e deve substituir totalmente o devfs. A principal diferença entre os dois é que o udev não ocupa espaço no HD por ser montado na memória RAM ao contrário do devfs.

O Linux trabalha com dispositivos (falando em hardware) como arquivos. Ou seja, para cada dispositivo que eu tenho na máquina tenho um arquivo dispositivo para ele em /dev. Esses arquivos não são armazenados no HD, mas sim "links" para dispositivos de hardware. Por exemplo, todos os arquivos gravados no arquivo /dev/dsp serão reproduzidos pela placa de som. Esta organização é para  facilitar a vida dos programadores, que podem acessar o hardware do micro simplesmente fazendo seus programas lerem e gravarem em arquivos.

Concluindo:

Você pode ver passo-a-passo como configurar um dispositivo:

Placa de som

Placa de rede

Em resumo você usa os comandos lspci e lsusb para ter informações dos dispositivos do seu computador. Lembre-se que pode usar as opções -v, -vv ou -vvv para exibir mais detalhes.

O comando lsmod exibe todos os módulos ativos e o comando modprobe -l todos os módulos disponiveis, você usa o modprobe nome_do_modulo para carregar um modulo e para desativar adiciona a opção -r. O modprobe resolve as dependencias automaticamente através do arquivo modules.dep. Para gerar esse arquivo ou atualizar o mesmo você usa o comando depmod.

Os módulos podem ser Built-in ou não Built-in. Os Built-in vem compilados com o Kernel e você não precisa fazer nada para que um dispositivo que os use funcione corretamente. Você pode personalizar seu kernel compilando o mesmo com os módulos de sua preferência mas isso é assunto para outro post.

Durante a instalação do Linux ele verifica todos os dispositivos e já levanta os módulos não Built-in correspondentes. Já temos assistentes no Linux que atuam nesse processo também quando o sistema operacional já esta instalado como o Plug-and-Play do Windows.

Na pratica você utiliza os comandos aprendidos neste artigo quando adiciona ou troca um dispositivo na sua máquina e o módulo do mesmo não é Built-in. Então você procura qual o módulo usando o modprobe -l e ativa o mesmo, também desativa o anterior.

Dica de segurança:

O que eu quero salientar aqui como especialista em segurança (e que o pessoal não fala muito no mundo linux por ser uma falha do mesmo) é que os módulos podem ser um sério problema de segurança no seu sistema, mas como? Eu explico.

Quando você instala um dispositivo novo ou o Linux não detecta o mesmo durante a instalação pode ser que o módulo para o mesmo não esteja no na sua distribuição do Linux. Ai você pesquisa na internet e localiza um arquivo do módulo ou um processo para compilar o mesmo na sua máquina. Arquivos de módulos lidam diretamente com o kernel e possuem privilegios que podem ser um sério risco de segurança na sua máquina. O invasor mal intencionado pode fazer praticamente qualquer coisa, abrir caminho para roubo de informações ou até mesmo danificar seu hardware. No Windows temos o mesmo problema também, não é uma coisa só do mundo Linux, mas o que ameniza bastante o problema no Windows são os driver assinados digitalmente, o que não temos no Linux. Fora o problema da segurança um módulo pode ter sido mal projetado e ocasionar diversos erros no seu sistema.

Mas como me prevenir quanto a isso?

Primeiro: não baixe módulos em fóruns e sites não confiáveis, veja se o fabricante tem o módulo no site do mesmo, se não encontrar troque o hardware.

Pergunta comum: Mas trocar o hardware? Isso não é muito drástico?

Resposta correta, que muita gente não gosta de receber.....

Sim trocar o hardware. Temos o mal costume de pensar a nivel de hardware primeiro e depois sistema operacional e isso é errado. Tanto no mundo Linux quanto Windows também.

O certo é verificarmos qual sistema operacional vamos utilizar e então verificar quais os dispositivos de hardware são compativeis com o mesmo e então adquirir os mesmos de acordo com a nossa necessidade.

Isso evita diversos problemas tanto em sistemas operacionas Linux quanto Windows, muitos dos problemas encontrados no Windows inclusive relacionados a tela azul são relacionados a drivers mal construidos ou adulterados. O Windos tem uma lista chamada HCL de dispositivos testados com o sistema operacional e garantidos pela Microsoft como compativeis, você não precisa instalar drivers para esses dispositivos por exemplo porque eles já vem com o Windows.

No caso do linux verifique os módulos que vem com a distribuição que você escolheu, essa é a maior segurança que você tem. No Windows você ainda pode instalar um driver verificando sua assinatura digital e ter certeza que o mesmo não foi adulterado, no Linux essa certeza só é obtida quando o módulo já esta na distribuição (é claro que a distribuição deve ser confiável já que qualquer um pode compilar seu Kernel ou personalizar sua distribuição).

Abaixo segue alguns links onde você pode encontrar mais informações sobre os assuntos tratados neste post:

Diretório /sys:

http://en.wikipedia.org/wiki/Sysfs

http://linux.about.com/od/pap_howto/a/hwtpap07t06.htm

Diretório /proc:

http://en.wikipedia.org/wiki/Procfs

Diretório /dev:

http://www.kernel.org/pub/linux/utils/kernel/hotplug/udev_vs_devfs

http://www.kroah.com/linux/talks/ols_2003_udev_paper/Reprint-Kroah-Hartman-OLS2003.pdf

 

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Reflexão sobre software livre

19. maio 2009 07:54

Eu estava lendo essa materia (Empresas brasileiras são exemplo em software livre) e me veio a idéia de fazer este post.

Antes de mais nada eu quero esclarecer: Eu não tenho nada contra software livre, nem contra software proprietario. Só acho que somos inocentes em pensar que alguém vai oferecer alguma coisa para outro sem ganhar nada no nosso mundo de hoje. Alguém ganha alguma coisa, sempre. Eu, quando vou usar uma tecnologia, seja linux, windows, .net, java, etc, tomo a decisão baseada em basicamente 3 fatores: Custo, Prazo e Funcionalidade. Geralmente, dependendo do projeto um destes fatores tem peso maior do que o outro, exemplo, cliente tem prazo super apertado, vai aumentar o custo ou diminuir a funcionalidade e assim por diante. Então a tecnologia que eu vou usar vai ser para atender melhor esses quesitos sempre buscando menor prazo e custo e mais funcionalidade. Assim eu tenho mais clientes, faço mais projetos e ganho mais dinheiro.

Pensa comigo, eu fui na Campus Party 2009 e o que eu notei lá. Muita conversa sobre software livre, mas muito patrocinio, tinha sun em peso expondo lá, Telefonica com banner pra todo canto, etc, tinha até coelhida da playboy. Não sejamos inocentes, se a SUN investe dinheiro dela em linux, IBM também, eles ganham alguma coisa em troca, nem que o retorno seja em apenas diminuir a participação da Microsoft que no meu ponto de vista é o maior concorrente deles, até chego a pensar que esse papo todo de software livre as vezes parece algo como todo mundo contra a Microsoft, se é Microsoft não é livre o resto é livre e não é bem assim, tem muita coisa que você paga no mundo linux e muita que você não paga em Microsoft, tem muita grana envolvida nisso tudo, mas pera ai... isso é ruim para mim? para você ? para nós que utilizamos tecnologia?... Claro que não. Nós temos mais opções, algumas delas até de graça por causa disso. Temos que pensar nas oportunidade que tudo isso gera e na questão NEGÓCIOS, linux e windows não são religião, se eu uso linux não é por principio, é porque a tecnologia me da um retorno melhor. Se você esta se mordendo de raiva de mim neste momento é porque eu esto certo..hehehe... não pense em linux com você pensa no seu time do coração, avalie todas as possibilidade e adote a que vai te dar o melhor retorno naquela situação, pensar que linux ou windows é tudo de bom e só tem vantagem em relação ao outro é inocência, os dois tem qualidades e defeitos e isso determina qual vai ser o melhor para cada situação. É só isso que eu quero e falo para os meus alunos, amigos, parceiros, pense mais em negócios, na sua profissão, no retorno sobre o investimento, seja ele dinheiro, tempo, etc.

Voltando ao começo, na materia que eu vi uma disposição muito grande pendendo para o lado do software livre, numero é assim mesmo, você avalia e comenta como quer, puxando para onde lhe interessa mais. E como sabemos nossa midia não é aquele exemplo de imparcialidade por isso eu prefiro analisar os numeros separados para fazer minha própria avaliação, faça o mesmo você, vou colocar abaixo alguma reflexão que eu tive quando avaliei os dados da materia em questão, mas primeiramente vamos aos dados da materia lembrando que a fonte é uma pesquisa feita em 2008 pelo CGI.br.

1 - Entre as grandes corporações, a relação de companhias que utilizam algum tipo de software livre chega a 61%.

2 - Considerando as empresas de todos os portes, 26% delas utilizam software de código aberto em sua estrutura de TI.

3 - Se comparada à média de outros países, em que a adoção não chega a 10% no mercado corporativo, pode-se dizer o Brasil está muito bem na adoção de software livre.

4 -  Entre as empresas médias, a adoção chega em 44% das companhias.

5 - Nas pequenas empresas. Elas possuem uma representatividade muito grande na amostragem e apenas 22% delas utilizam software livre.

Minhas considerações:

1 - Algum tipo de software livre nas grandes companhias demonstra a necessidade de integração entre as plataformas (algum tipo não quer dizer predominancia, uma maquina com linux já é algum tipo), nas grandes predomina a variedade, mas não muito, quer dizer que 39% não usa software livre (o que será que eles usam?). Numa corporação a decisão sobre o uso de uma tecnologia é basicamente pela utilidade/recursos da mesma. A plataforma não determina ou elimina um produto na minha opinião.

2 - Apenas 26% usam algum tipo de software livre, não deixe tudo para investir nisso, você precisa conhecer muito software proprietario no mundo de hoje. A predominancia não é de software livre.

3 - Sem duvida, no Brasil a situação é melhor para o software livre comparada com outros paises, mas como nao temos predominancia aqui quer dizer que em muito lugar do mundo precisamos dominar muito mais tecnologia de software proprietario se quizermos ter lugar (emprego/negocios) garantidos no mercado.

4 - Se você atua nas médias empresas e seu produto ou conhecimento é maior em software livre, você tem mais chances de se dar bem.

5 - Já se você atua nas pequenas empresas e é especialidado em software livre o mercado parece menor, mas será? Pode ser maior não é mesmo? Podemos avaliar essa informação de outra forma, nas pequenas empresas o mercado tem 78% em tamanho para crescer em software livre, e esse mercado é bem propenso a usar software livre porque a economia iria pesar bastante no orçamento. Viu o que eu falo sobre como avaliar os numeros?

Se você tem uma avaliação/opinião diferente comente esse post. Afinal, blog é para isso.

 

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Linux não dura mais que 24 horas

5. maio 2009 04:35

Eu costumo dizer que o pessoal de software livre é meio inocente (sem ofender e ser contra software livre) e eles ficam bravo comigo mas vamos aos fatos:

1 - O governo brasileiro resolveu promover Software Livre por Decreto, abrindo linhas de crédito para computadores populares desde que eles venham com sistemas operacionais de código aberto. Então várias empresas incluindo a Positivo que desejam essas "facilidades" resolveram instalar Linux em suas maquinas.

2 - Segundo Helio Rotenberg, CEO da positivo 2/3 dos consumidores que compram computadores com linux migram para o Windows Full. No caso o XP, piratão. Luis Anavitarte, analista do Gartner Group vai mais além, segundo ele mais de 90% desses computadores são convertidos em Microsoft em menos de 24 horas. Ele cita ainda uma pesquisa de uma revenda latinoamericana que descobriu: 95% das máquinas vendidas com Linux em um mês estão rodando Windows.

Porque isso acontece? Você acha que a Positivo vai instalar o Ubuntu nas suas maquinas e contar com o suporte da comunidade? É claro que não. Quanto você acha que custa o suporte da Red Hat ou Novell? É muito mais barato para os fabricantes instalarem uma distribuição de pouca qualidade com suporte barato contando com todos os beneficios do governo brasileiro. Eles não estão nem ai se você vai continuar usando o linux, se você vai instalar o windows ou com o crescimento do software livre. Estão preocupados com o custo das maquinas e quanto podem lucrar encima.

Quem saiu mais prejudicado? As distribuições linux que prestam. Vindo com essas distribuições "capeta" o usuário só cria mais preconceito com o sistema operacional do pinguim.

Fato extra: Para fabricantes a licensa do Windows XP custa cerca de R$ 47,00. Ou seja, com um acrescimo de R$ 47,00 o brasileiro não precisaria usar uma versão pirata, mas se ele quiser instalar uma versão original depois de comprar uma maquina com um linux qualquer ele vai precisar desenbolsar uns R$ 500,00. Comparando com o preço que ele pagou na maquina a decisão é dificil em instalar um pirata né? Mais um detalhe, esses R$ 47,00 seriam divididos nas diversas parcelas já que a maioria dos consumidores compra as maquinas a perder de vista. Quanto um usuário paga para um técnico formatar uma maquina recem comprada com linux para windows xp pirata? No minimo uns R$ 50,00 reais né? Além de tudo essa lei incentiva a pirataria.

Saiba mais aqui e aqui

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Estudo para Certificação Linux LPI prova 101 - Parte 3

23. abril 2009 14:22

Na parte 1 do estudo definimos os 23 assuntos que vão cair na prova 101 da LPI.

Na parte 2 definimos os 157 itens que precisamos estudar para dominar os 23 assuntos que vão cair na prova.

Neste artigo vou colocar algumas perguntas (84 perguntas) que vamos responder após estudar cada assunto para verificar se estamos conseguindo atingir o objeto. Estas perguntas estão em inglês porque eu retirei exatamente da pagina de requisitos da prova, não traduzi porque acredito que não vale a pena perder tempo com isso agora, conforme formos estudando os assuntos vamos verificando as perguntas traduzindo as mesmas.

Segue a lista das perguntas, a coluna a direita identifica qual assunto as perguntas fazem parte:

1 - Enable and disable integrated peripherals.

2 - Configure systems with or without external peripherals such as keyboards.

3 - Differentiate between the various types of mass storage devices.

4 - Set the correct hardware ID for different devices, especially the boot device.

5 - Know the differences between coldplug and hotplug devices.

6 - Determine hardware resources for devices.

7 - Tools and utilities to list various hardware information (e.g. lsusb, lspci, etc.)

8 - Tools and utilities to manipulate USB devices

9 - Conceptual understanding of sysfs, udev, hald, dbus

1

10 - Provide common commands to the boot loader and options to the kernel at boot time.

11 - Demonstrate knowledge of the boot sequence from BIOS to boot completion.

12 - Check boot events in the log files.

2

13 - Set the default runlevel.

14 - Change between run levels including single user mode.

15 - Shutdown and reboot from the command line.

16 - Alert users before switching runlevels or other major system event.

17 - Properly terminate processes.

3

18 - Allocate filesystems and swap space to separate partitions or disks.

19 - Tailor the design to the intended use of the system.

20 - Ensure the /boot partition conforms to the hardware architecture requirements for booting.

4

21 - Providing alternative boot locations and backup boot options.

22 - Install and configure a boot loader such as GRUB.

23 - Interact with the boot loader.

5

24 - Identify shared libraries.

25 - Identify the typical locations of system libraries.

26 - Load shared libraries.

6

27 - Install, upgrade and uninstall Debian binary packages.

28 - Find packages containing specific files or libraries which may or may not be installed.

29 - Obtain package information like version, content, dependencies, package integrity and installation status (whether or not the package is installed).

7

30 - Install, re-install, upgrade and remove packages using RPM and YUM.

31 - Obtain information on RPM packages such as version, status, dependencies, integrity and signatures.

32 - Determine what files a package provides, as well as find which package a specific file comes from.

8

33 - Use single shell commands and one line command sequences to perform basic tasks on the command line.

34 - Use and modify the shell environment including defining, referencing and exporting environment variables.

35 - Use and edit command history.

36 - Invoke commands inside and outside the defined path

9

37 - Send text files and output streams through text utility filters to modify the output using standard UNIX commands found in the GNU textutils package.

10

38 - Copy, move and remove files and directories individually.

39 - Copy multiple files and directories recursively.

40 - Remove files and directories recursively.

41 - Use simple and advanced wildcard specifications in commands.

42 - Using find to locate and act on files based on type, size, or time.

43 - Usage of tar, cpio and dd.

11

44 - Redirecting standard input, standard output and standard error.

45 - Pipe the output of one command to the input of another command.

46 - Use the output of one command as arguments to another command.

47 - Send output to both stdout and a file.

12

48 - Run jobs in the foreground and background.

49 - Signal a program to continue running after logout.

50 - Monitor active processes.

51 - Select and sort processes for display.

52 - Send signals to processes.

13

53 - Know the default priority of a job that is created.

54 - Run a program with higher or lower priority than the default.

55 - Change the priority of a running process.

14

56 - Create simple regular expressions containing several notational elements.

57 - Use regular expression tools to perform searches through a filesystem or file content.

15

58 - Navigate a document using vi.

59 - Use basic vi modes.

60 - Insert, edit, delete, copy and find text.

16

61 - Use various mkfs commands to set up partitions and create various filesystems such as: ext2, ext3, xfs, reiserfs v3, vfat.

17

62 - Verify the integrity of filesystems.

63 - Monitor free space and inodes.

64 - Repair simple filesystem problems.

18

65 - Manually mount and unmount filesystems.

66 - Configure filesystem mounting on bootup.

67 - Configure user mountable removeable filesystems

19

68 - Set up a disk quota for a filesystem.

69 - Edit, check and generate user quota reports.

20

70 - Manage access permissions on regular and special files as well as directories.

71 - Use access modes such as suid, sgid and the sticky bit to maintain security.

72 - Know how to change the file creation mask.

73 - Use the group field to grant file access to group members.

21

78 - Create links.

79 - Identify hard and/or softlinks.

80 - Copying versus linking files.

81 - Use links to support system administration tasks.

22

82 - Understand the correct locations of files under the FHS.

83 - Find files and commands on a Linux system.

84 - Know the location and propose of impotant file and directories as defind in the FHS.

23

A partir do próximo artigo vamos começar a estudar os 157 itens.

Consegui exportar o mapa mental que estou criando do estudo para html e coloquei no ar, segue o link: http://www.moroni.com.br/lpi_101

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Estudo para Certificação Linux LPI prova 101 - Parte 2

20. abril 2009 11:54

No artigo anterior nos vimos de forma geral o que vai cair na prova 101 da LPI, nós separamos 23 itens ou assuntos que vão cair na prova. Neste artigo nós vamos detalhar o que vai car em cada um destes 23 itens.

Antes de mais nada de uma olhada na tabela abaixo:

    1 - /sys

    2 - /proc

    3 - /dev

    4 - modprobe

    5 - lsmod

    6 - lspci

    7 - lsusb

    8 - /var/log/messages

    9 - dmesg

    10 - BIOS

    11 - bootloader

    12 - kernel

    13 - init

    14 - /etc/inittab

    15 - shutdown

    16 - init

    17 - /etc/init.d

    18 - /telinit

    19 - /(root) filesystem

    20 - /var filesystem

    21 - /home filesystem

    22 - swap space

    23 - mount points

    24 - partitions

    25 - /boot/grub/menu.lst

    26 - grub-install

    27 - mbr

    28 - superblock

    29 - /etc/lilo.conf

    30 - lilo

    31 - ldd

    32 - ldconfig

    33 - /etc/ld.so.conf

    34 - LD_LIBRARY_PATH

    35 - /etc/apt/sources.list

    36 - dpkg

    37 - dpkg-reconfigure

    38 - apt-get

    39 - apt-cache

    40 - aptitude

    41 - rpm

    42 - rpm2cpio

    43 - /etc/yum.conf

    44 - /etc/yum.repos.d/

    45 - yum

    46 - yumdownloader

    47 - .

    48 - bash

    49 - echo

    50 - env

    51 - exec

    52 - export

    53 - pwd

    54 - set

    55 - unset

    56 - man

    57 - uname

    58 - history

    59 - cat

    60 - cut

    61 - expand

    62 - fmt

    63 - head

    64 - od

    65 - join

    66 - nl

    67 - paste

    68 - pr

    69 - sed

    70 - sort

    71 - split

    72 - tail

    73 - tr

    74 - unexpand

    75 - uniq

    76 - wc

    77 - cp

    78 - find

    79 - mkdir

    80 - mv

    81 - ls

    82 - rm

    83 - rmdir

    84 - touch

    85 - tar

    86 - cpio

    87 - dd

    88 - file

    89 - gzip

    90 - gunzip

    91 - bzip2

    92 - file globbing

    93 - tee

    94 - xargs

    1 - &

    2 - bg

    3 - fg

    4 - jobs

    5 - kill

    6 - nohup

    7 - ps

    8 - top

    9 - free

    10 - uptime

    11 - killall

    12 - nice

    13 - ps

    14 - renice

    15 - top

    16 - grep

    17 - egrep

    18 - fgrep

    19 - sed

    20 - regex(7)

    21 - vi

    22 - /,?

    23 - h,j,k,l

    24 - i,o,a

    25 - c,d,p,y,dd,yy

    26 - ZZ, :w!, :q!, :e!

    27 - ext2

    28 - ext3

    29 - xfs

    30 - reiserfs v3

    31 - vfat

    32 - fdisk

    33 - mkfs

    34 - mkswap

    35 - du

    36 - df

    37 - fsck

    38 - e2fsck

    39 - mke2fs

    40 - debugfs

    41 - dumpe2fs

    42 - tune2fs

    43 - xfs tools (xfs_metadump, xfs_info)

    44 - etc/fstab

    45 - /media

    46 - mount

    47 - umount

    48 - quota

    49 - edquota

    50 - repquota

    51 - quotaon

    52 - chmod

    53 - umask

    54 - chown

    55 - chgrp

    56 - ln

    57 - find

    58 - locate

    59 - updatedb

    60 - whereis

    61 - wich

    62 - type

    63 - /etc/updatedb.conf

Você acaba de ser apresentado a praticamente TUDO que precisa aprender para passar na prova. São 157 itens, nem todos eles são comandos, muitos são conceitos, pastas e termos que precisamos aprender. Eu separei em duas listas porque eu não gosto que minhas listas de estudo passem de 100 itens, se passar eu divido em mais listas como fiz acima para facilitar meu estudo. Conforme formos estudando os itens acima vamos categorizando separando os comandos, pastas e etc. Serão estes 157 itens que iremos estudar.

Cada item acima esta dentro de um dos 23 assuntos que definimos no artigo anterior, por isso alguns estão repetidos.

Agora precisamos saber com clareza onde cada um destes 157 item se relaciona com os 23 assuntos que definimos no artigo anterior, vamos lá:

1 - Hardware - determinar e configurar (Determine and configure hardware settings)
  1 - /sys  2 - /proc  3 - /dev  4 - modprobe  5 - lsmod  6 - lspci  7 - lsusb
2 - Sistema de inicialização (Boot the system)
  8 - /var/log/messages  9 - dmesg  10 - BIOS  11 - bootloader  12 - kernel  13 - init
3 - Alterando os niveis de execução e desligando ou reiniciando o sistema (Change runlevels and shutdown or reboot system)
  14 - /etc/inittab  15 - shutdown  16 - init  17 - /etc/init.d  18 - /telinit
4 - Hard Disk - Layout (Design Hard Disk layout)
  19 - /(root) filesystem  20 - /var filesystem  21 - /home filesystem  22 - swap space  23 - mount points  24 - partitions
5 - Instalando o gerenciador de inicialização (Install a Boot Manager)
  25 - /boot/grub/menu.lst  26 - grub-install  27 - mbr  28 - superblock  29 - /etc/lilo.conf  30 - lilo
6 - Gerenciando as bibliotecas compartilhadas (Manage shared libraries)
  31 - ldd  32 - ldconfig  33 - /etc/ld.so.conf  34 - LD_LIBRARY_PATH
7 - Usando o gerenciador de pacotes do Debian (Use Debian package management)
  35 - /etc/apt/sources.list  36 - dpkg  37 - dpkg-reconfigure  38 - apt-get  39 - apt-cache  40 - aptitude
8 - Usando o gerenciador de pacotes RPM e YUM  (Use RPM and YUM package management)
  41 - rpm  42 - rpm2cpio  43 - /etc/yum.conf  44 - /etc/yum.repos.d/  45 - yum  46 - yumdownloader
9 - Trabalhando na linha de comando (Work on the command line)
  47 - .  48 - bash  49 - echo  50 - env  51 - exec  52 - export  53 - pwd  54 - set  55 - unset  56 - man  57 - uname  58 - history
10 - Processando texto usando filtros (Process text streams using filters)
  59 - cat  60 - cut  61 - expand  62 - fmt  63 - head  64 - od  65 - join  66 - nl  67 - paste  68 - pr  69 - sed  70 - sort  71 - split  72 - tail  73 - tr  74 - unexpand  75 - uniq  76 - wc
11 - Realizando gerenciamento basico de arquivos (Perform basic file management)
  77 - cp  78 - find  79 - mkdir  80 - mv  81 - ls  82 - rm  83 - rmdir  84 - touch  85 - tar  86 - cpio  87 - dd  88 - file  89 - gzip  90 - gunzip  91 - bzip2  92 - file globbing
12 - Usando streams, pipes e redirects (Use streams, pipes and redirects)
  93 - tee  94 - xargs
13 - Criando, monitorando e finalizando processos (Create, monitor and kill processes)
  1 - &  2 - bg  3 - fg  4 - jobs  5 - kill  6 - nohup  7 - ps  8 - top  9 - free  10 - uptime  11 - killall
14 - Modificando a prioridade na execução dos processos (Modify process execution priorities)
  12 - nice  13 - ps  14 - renice  15 - top
15 - Fazendo busca em arquivos de texto usando expressões regulares (Search text files using regular expressions)
  16 - grep  17 - egrep  18 - fgrep  19 - sed  20 - regex(7)
16 - Executando operações de edição basica em arquivos usando o vi (Perform basic file editing operations using vi)
  21 - vi  22 - /,?  23 - h,j,k,l  24 - i,o,a  25 - c,d,p,y,dd,yy  26 - ZZ, :w!, :q!, :e!
17 - Criando partições e sistema de arquivos (Create partitions and filesystems)
  27 - ext2  28 - ext3  29 - xfs  30 - reiserfs v3  31 - vfat  32 - fdisk  33 - mkfs  34 - mkswap
18 - Mantendo a integridade do sistema de arquivos (Maintain the integrity of filesystems)
  35 - du  36 - df  37 - fsck  38 - e2fsck  39 - mke2fs  40 - debugfs  41 - dumpe2fs  42 - tune2fs  43 - xfs tools (xfs_metadump, xfs_info)
19 - Montando e desmontando o sistema de arquivos (Control mounting and unmonting of filesystem)
  44 - etc/fstab  45 - /media  46 - mount  47 - umount
20 - Gerenciando as cotas de disco (Manage disk quotas)
  48 - quota  49 - edquota  50 - repquota  51 - quotaon
21 - Gerenciando permissões e propriedade nos arquivos  (Manage file permissions and ownership)
  52 - chmod  53 - umask  54 - chown  55 - chgrp
22 - Criando e alterando links (Create and change hard and symbolic links)
  56 - ln
23 - Localizando arquivos do sistema e colocando os mesmos no local correto(Find system files and place files in the correct location)
  57 - find  58 - locate  59 - updatedb  60 - whereis  61 - wich  62 - type  63 - /etc/updatedb.conf

É isso que precisamos aprender para passar na prova. Recomendo que você faça o mesmo que eu recomendei no artigo anterior, se você já tem o seu caderno de estudos para a LPI como eu anote no seu caderno estes 157 itens relacionando os mesmos com o assunto correspondente. Eu não escrevo cada um dos 23 itens, apenas coloco o numero para não ficar escrevendo tanto.

Essa fase é meio chata mas confie em mim, vai ajudar muito lá na frente. Quando estivermos estudando cada item não será a primeira vez que o vimos, facilitara a associação e memorização. Aliás este processo de estudar do geral para o particular como estamos fazendo, planejando o estudo faz toda a diferença.

O próximo artigo será o ultimo de planejamento.

Segue o mapa mental atualizado com o que foi apresentado hoje: LPI 101 - Itens de estudo.pdf (82,31 kb)

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